“A diferença do veneno e do remédio é a dosagem”. Paracelso

Me pediram para escrever algo sobre os adoçantes. Eu me considero muito suspeito para falar sobre o assunto. Isto se deve ao fato de eu ‘tentar seguir’ uma dieta naturalista. Eu recomendaria a todos que não usassem adoçantes e nem mesmo açúcar.
Caso não tenham escolha dêem preferência a adoçantes naturais tal como a ESTÉVIA. Enquanto aos demais, os utilizem com moderação - tipo, 1 vez por década.
Os principais adoçantes existentes no mercado apresentam como principais componentes o ASPARTAME e o CICLAMATO DE SÖDIO. Alimentos com sabor adocicado (light ou diet) geralmente apresentam em sua composição estes adoçantes. Bom, mas tirem vocês suas próprias conclusões. Alguns textos que recomendo: Aspartame é um agente cancerígeno, diz estudo da France Presse, em Paris fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u13443.shtml O aspartame, usado para dar um sabor açucarado a mais de 6 mil produtos de baixa caloria, produz câncer em ratos, destaca um estudo científico que poderá levar à reavaliação dos riscos que esta substância representa. A Fundação Européia de Oncologia e Ciências do Meio Ambiente B. Ramazzini (http://www.ramazzini.it), instalada em Bolonha, Itália, anunciou na sexta-feira que os resultados de um estudo feito com 1.800 ratos “mostram pela primeira vez que o aspartame é um agente cancerígeno”. “A substância é capaz de provocar linfomas e leucemia em ratas, mesmo quando administrada em doses muito parecidas com a dose diária admitida para o homem”, diz o instituto em um comunicado. “O estudo gera novas dúvidas sobre os vínculos em potencial entre a exposição ao aspartame e o câncer, embora confirme a ausência de ligação entre o aspartame e tumores cerebrais”, destacou nesta sexta-feira a Agência Francesa de Segurança Sanitária dos Alimentos (AFSSA). “Estes resultados preliminares ainda devem ser confirmados antes que a Autoridade Européia de Segurança Alimentar (EFSA) faça uma reavaliação dos riscos ligados ao aspartame”, diz o comunicado da AFSSA. A EFSA considerou “impróprio sugerir mudanças na dieta alimentar do consumidor com base nas informações disponíveis atualmente”. Ciclamato de sódio e rim fetal fonte: http://biblioteca.universia.net/irARecurso.do?page=http%3A%2F%2Fwww.scielo.br%2Fscielo.php%3Fscript%3Dsci_arttext%26pid%3DS1519-38292003000200003&id=644238 (…) Investigações sobre efeitos de substâncias como o ciclamato de sódio na espécie humana são necessárias, pois além de substituir a sacarose, prejudicial em casos de diabetes ou no controle e redução do peso corporal, não propicia desenvolvimento de cárie dentária. Entretanto, vale ressaltar que pesquisas com animais de laboratório possibilitam obter, em pouco tempo e em condições controladas, informações a respeito do potencial tóxico de substâncias químicas sobre o organismo em desenvolvimento. Além disso, a maior parte das publicações de pesquisas sobre efeitos do ciclamato de sódio ocorreram nas décadas de 60 e 70, reduzindo-se posteriormente, em particular, devido à proibição do uso dessa substância pelo FDA dos Estados Unidos, em 1969. Estudos sobre o efeito do ciclamato de sódio no rim e no fígado de fetos de ratas estão sendo realizados na Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, SP, no período de maior teratogenicidade da espécie. Resultados preliminares têm indicado nefrotoxicidade[1], retardo no desenvolvimento fetal e índice de maturação placentária reduzido. Para saber mais:- 1. Stévia x aspartame
http://www.laleva.cc/pt/alimentos/stevia_aspartame.html
- 2. Diabetes, diferenças entre diet e light
http://nutrinutri.wordpress.com/category/diabetes/
- 3. Malefícios da Stévia
http://www.faperj.br/boletim_interna.phtml?obj_id=3476
- 4. Açúcar e outros perigos da alimentação moderna
http://www.drmarciobontempo.com.br/preview/artigos/artigo06/artigo06.asp
- 5. Adoçantes artificiais emagrecem?http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq/material_didatico/textos_interativos_01.htm
[1] é ocasionada por determinadas substâncias que podem gerar danos nos rins ao nível glomerular, tubular, intersticial e vascular. O rim tem características que o tornam vulneráveis a essas substâncias.
